quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Feliz Ano Novo!


Que 2016 seja um ano brilhante para todos. Brilhante de afectos e de sorrisos. Brilhante de esperança e de paz. Brilhante, cheio de luz. Que saibais ser luz que irradia, que contagia, que ilumina e que guia.

Feliz Ano Novo!

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Natal'15


Sim
Ele há-de haver
Um Natal diferente
 Há-de acontecer
Deus em toda a gente

[in "Neste Natal", Lopes Morgado,]


Votos de um Santo e Feliz Natal do Senhor para todos!

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Recortes de Outubro'15


Começar o mês a celebrar a música, com a Orquestra do Norte.
Melhores tostas mistas do país.
Jorgar ao stop em tardes de chuva.

Guimarães Noc Noc'15: mais um sucesso.

Subir o escadório do Bom Jesus.
Um livro com estória.
Um bolo tremendamente bom!

sábado, 14 de novembro de 2015

Dias que se fizeram assim #15

Entro no carro, ligo o rádio e ele devolve-me a "Walk on" dos U2. E, de imediato, as lágrimas afloram-me aos olhos... Os atentados de Paris, perpetrados na noite anterior, deixaram um lastro de tristeza, perplexidade, incompreensão e dor comum. "Walk on, walk on, what you've got they can't deny it, can't sell it or buy it"... Seremos sempre mais fortes do que vós, suas bestas!

#‎LibertéEgalitéFraternité‬ 
#prierporFrance
#‎pourlhumanité‬
#‎noussommesplusgrandsquenotrepeur‬
#‎lamourestplusfortquelhaine‬
#‎necrainspas‬

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Dias que se fizeram assim #14




É rara a semana que não contemple uma ida ao supermercado. Gosto de fazer as compras sem pressas. Começar pelos sector dos livros e revistas, folhear, passear no meio dos expositores, ver as novidades, namorar velhos conhecidos e suspirar por não os poder levar a todos para casa. Depois, cirandar de cesto na mão, recolher o que preciso, comparar preços, definir prioridades. Não há visita ao supermercado completa sem a passagem quase obrigatória pelo sector dos chocolates. Nem que seja só para cheirar e partir sem nenhum, rumo à caixa, comigo. Mas, confesso, é caso raro que nos sacos não venha pelo menos um chocolate. Preferências? São tantas que me perderia agora em marcas e variantes. Pena que as que mais gosto tenham preços menos convidativos, confinando a sua escolha para dias de absoluta necessidade chocodependente (eu falo por mim!). Como diz o outro, a pura da loucura. E a carteira é que paga.
Há dias, numa conhecida superfície comercial, estava há uns largos minutos plantada em frente a uma prateleira de chocolatinhos todos repimpados e enfileirados. Deve ter alturas em que devo parecer uma tola, ali especada, a contemplar toda aquela profusão de variedades, cores e promessas de texturas. Eu e chocolate somos um caso muito sério. Mesmo. Após uma longa luta de neurónios sobre qual o exemplar a eleger, decidi-me por este da foto. Desta marca, é dos meus favoritos.
Já em casa, compras arrumadas, pego no chocolate e as memórias chegam-me nítidas pela embalagem, pelo sabor. Pela simples palavra que dá nome à marca. Vejo-me de novo numa segunda-feira de um qualquer ano, de um qualquer mês desses das férias, quando elas ainda eram realmente grandes. Madrugada fora, avançando lentamente na estrada, rumo a Matosinhos, com o intuito de abastecer o stock de congelados. Ao roncar da carrinha grande juntava-se a companhia da Renascença. Ouvia-se o jogo da mala e a voz do António Sala. O dia espreguiçava-se nas sombras. Era cedo, imensamente cedo. Horas impróprias para a criança que eu era naquela altura. Mas eu gostava dessa aventura de madrugar (sou noite desde cedo, afinal) e lá ia, de olhos bem abertos, o fresco da manhã a entrar pela frincha do vidro. De vez em quando, falava o meu pai quando a estrada dava descanso. Depois, eram os aviões que nunca via ao passar no aeroporto, a ponte móvel que já nessa altura me tolhia de medo, aquela profusão de contentores e enormes braços de ferro indispensáveis à estiva no porto de Leixões. Por fim, a lota, o mar a entrar por ela dentro, as sardinhas ainda a contorcerem-se nos cestos, a confusão, as gaivotas a pairarem prontas a roubar o seu quinhão. Abastecer de gelo, sair e logo em frente, carregar os congelados.
Eu ficava dentro da carrinha a apreciar aquele bulício, o vaivém das gentes do mar, as suas feições marcadas pelo sol, pelo vento e pelo sal. Até que alguém me chamava e abraçava efusivamente. Hoje sei que era a reacção perfeita de quem fica, genuinamente, contente por nos ver. Pegava-me pela mão e levava-me ao café mesmo ao lado do seu armazém de congelados. Recheava-me as mãos pequenitas de chocolates Jubileu.
O senhor Pimenta já não está entre nós. Em mim será, para sempre, uma doce memória.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Recortes de Setembro'15


Memorial aos Náufragos, Caxinas.
Ronha em dia de temporal.
Os espigueiros de Vilarinho de Samardã.

Procissão em honra de S. Miguel, em Cabeceiras de Basto.

Cristas de galo e pitos de Santa Luzia, da Casa Lapão.
Entardeceres de tirar o fôlego.
Pelas ruas de Vila Real.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Recortes de Agosto' 15


LII Festival de Folclore da Corredoura.
Se tu não vais à praia, vem a praia até ti!
Feira de gado e concurso pecuário nas Festas Gualterianas.

Presentes vindos do outro lado do Atlântico.

Procissão da Padroeira, Nossa Senhora da Oliveira.
Espreitar o Gerês.
Lua azul a fazer companhia à minha Penha.

sábado, 12 de setembro de 2015

A Praça

A manhã já vai a meio mas a cidade ainda acorda, pachorrenta. Pássaros em bardas entrecortam o silêncio matinal com trinados alegres. Locais cruzam a Praça em passo estugado, enquantos grupos de forasteiros se demoram nos pormenores da arquitectura envolvente. Estico os pés, sem vergonha, sobre a cadeira vazia da frente e sorvo o meu café pingado. Fecho os olhos, não para saborear melhor as notas de café, mas para absorver a música da cidade. O sino junta-se aos pássaros no quebranto do silêncio. A conversa flui na mesa acima e a rotina da vida na Praça faz-lhe companhia. No momento seguinte, cessa a sinfonia, para reinar o silêncio e a Praça ficar quase vazia. Quase, porque estou lá eu.



Talvez... Talvez eu não anseie as grandes praças do mundo porque a melhor, a mais formosa, tenho-a sempre aqui.

sábado, 15 de agosto de 2015

Recortes de Julho'15


Noite Branca.
Piquenique na relva.
Procissão em honra de São Pedro, padroeiro da freguesia.

Revisitar Ponte de Lima.

Descobrir a área de lazer da Azenha de Estorãos.
A nova publicação do município.
A conjunção de Vénus e Júpiter.

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Dá-me música #22


Adoro as danças húngaras de Brahms, com especial predileção pelas danças n.º 1 e n.º 5.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Recortes de Junho'15


A ver passar a Ronda da Lapinha.
Uma espécie de cascata.
Rusga do Bairro Norte!

Mercadejar ao sábado.

Visita da imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima.
Feira Afonsina.
Gravações da final do Cook Off - Duelo de Sabores.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

24 de Junho de 1128 - Dia Um de Portugal


 Créditos fotográficos: Rui Araújo


 Aqui nasceu pequeno, mas pujante,
Um reino d' homens feitos de coragem
E que ao crescer, nobreza por linhagem,
Ousou, foi aguerrido, triunfante.
A Guimarães se vem, como em romagem,
Lembrar, de tempos idos, um Infante,
Que nunca, a qualquer rei, por humilhante,
Cedeu, nem mesmo à mãe, em vassalagem.

Daqui saiu, num tempo já distante,
Nos rumos do poente e do levante,
Qual génio perseguindo uma miragem.

E o nome - Afonso Henriques - fez gigante!
Com feitos duma audácia deslumbrante,
Tornando gigantesca a sua imagem.


(Vítor Cintra, in "Murmúrios")

 

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Dá-me música #20




♪Eu não quero
eu não quero, ver o mundo inteiro
pronto a esquecer que tem alguém
que não tem tratado bem

E quando me vejo ao espelho
e pergunto-me
quando é que esse espelho vai sorrir p'ra mim♪

terça-feira, 16 de junho de 2015

Recortes de Maio'15


Santuário de São Bento das Pêras.
Cerejas doces e gordinhas!
Visita guiada ao Museu de Cultura Castreja.

Fim de tarde no Parque e um gelado viciante!


Patinhos em fila indiana :)
Trufas saudáveis.
Orgão ibérico e voz, em mais um concerto fantástico.

sábado, 13 de junho de 2015

Palavra do Senhor #5


Não olhamos para as coisas visíveis, mas para as invisíveis, porque as visíveis são passageiras, ao passo que as invisíveis são eternas.

[ 2 Cor 4,16—5,10]

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Recortes de Abril'15


Sexta-feira Santa na Sé de Braga.
Compasso pascal.
Lembranças de Páscoa.

Festa de Nossa Senhora da Madredeus.

Mercadinho da Duquesa no Paço dos Duques de Bragança.
Tapetes floridos da visita pascal no Mercado Municipal de Guimarães.
Procissão do Enterro do Senhor.

sábado, 9 de maio de 2015

Poemas e pensamentos #20


 Que Deus te dê para cada tempestade, um arco-íris. Para cada lágrima, um sorriso. Para cada cuidado, uma promessa e uma benção para cada provação. Que para cada problema, a vida te traga alguém fiel com quem dividí-lo. Para cada olhar, uma doce canção e uma resposta para cada oração.
(Benção irlandesa)

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Recortes de Março'15


As melhores amêndoas de sobremesa do mundo.
Festival de Camélias.
Reencontros à mesa.

Olhar a cidade.

Regressou a "Doçaria no Convento".
Eclipse do sol.
Um mês. E 74 primaveras.

domingo, 5 de abril de 2015

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Recortes de Janeiro'15


Recordar 2014.
A tradição das Reisadas.
Presentes em dia de Reis.

Capela de São Sebastião.

Uma tarde divertida e gulosa.
Parque de lazer de Roldes.
Leituras na biblioteca.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Vale a pena ver #10


"Portugal, the wild side", da Wildstep Productions, foi considerado o melhor vídeo da semana da Vimeo. Percebe-se facilmente porquê...

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Recortes de Dezembro'14


Celebrar a Padroeira de Portugal.
Mais um inesquecível concerto da Orquestra do Norte.
Degustar uma torta acabadinha de fazer.

A árvore de Natal da nossa sala de visitas.

Romaria a Santa Luzia.
Iluminar o caminho e a paz, na noite de Natal.