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domingo, 5 de janeiro de 2014

Trovas ao vento que passa #5

Há mensagens na(s) cidade(s), sem autor ou destinatário conhecido.
Há trovas ao vento que passa e se dirige a lado nenhum.


 "Não penses... Sente!"

Ponte pedonal do Recinto da Feira Semanal, Guimarães.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Trovas ao vento que passa #4

Há mensagens na(s) cidade(s), sem autor ou destinatário conhecido. 
Há trovas ao vento que passa e se dirige a lado nenhum.


"Continuamos à espera que o nevoeiro passe."

Ponte pedonal do recinto da Feira Semanal, Guimarães.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Trovas ao vento que passa #3

Há mensagens na(s) cidade(s), sem autor ou destinatário conhecido. 
Há trovas ao vento que passa e se dirige a lado nenhum.


"[Se] Deus existe, [Ele] que me ajude!"

Algures, num quelho, em Guimarães.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Trovas ao vento que passa #2

Há mensagens na(s) cidade(s), sem autor ou destinatário conhecido. 
Há trovas ao vento que passa e se dirige a lado nenhum.


 "Se tu és a cidade profunda, eu sou a chuva da consagração."

Algures, numa rua bracarense.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Trovas ao vento que passa #1

Há mensagens na(s) cidade(s), sem autor ou destinatário conhecido. 
Há trovas ao vento que passa e se dirige a lado nenhum.



 "A cidade está deserta e alguém escreveu o teu nome em toda a parte...
Nas casas, nos carros, nas pontes, nas ruas...
Em todo o lado [essa palavra] repetida ao [expoente da loucura.]"

Ornatos Violeta, "Ouvi dizer".

Antigo edifício da Saboaria e Perfumaria Confiança, Braga.